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Solar Roadways: A estrada do futuro

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Uma ideia que pode ser simples e muito benéfica para o nosso planeta foi pensada por um casal de estadounidenses. Eles imaginaram como seria se todas as rodovias, estacionamentos, calçadas, ciclovias e parques infantis pudessem ser recobertos por placas fotovoltaicas que transformassem o calor do sol em energia elétrica. E, com certeza, a quantidade de energia limpa gerada seria muito maior.

Denominada de Solar Roadways (rodovias solares), consiste em  uma estrada  que é construída no lugar do asfalto utilizando painéis solares. Eles vão gerar energia, que por sua vez alimentará a rede elétrica. Desse modo, o combustível é conservado duas vezes: os carros elétricos seriam alimentados com a energia produzida pelos painéis e os painéis substituiriam o uso do asfalto, cuja produção exige petróleo.

Além disso, as rodovias seriam aquecidas e equipadas com telas LED integradas, que atuam não só como marcadores rodoviários, mas podem exibir os alertas diretamente na estrada.

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A composição de um painel é sempre a mesma e consiste de três partes: por cima uma camada translúcida e resistente composta por painéis solares, luzes de LED e aquecedores. Abaixo vem uma camada de controle, onde um microprocessador aciona as luzes e se comunica com os painéis da estrada. Finalmente na base há uma placa que garante que a corrente elétrica coletada seja distribuída para residências e postos que carregam carros elétricos. Além disso, há espaço para outros cabos, como de TV ou de linhas telefônicas.

Porém, a maior dúvida para a eficácia do projeto ainda é a segurança. Dirigir ou andar sobre a película de vidro é completamente diferente do que no asfalto, que é projetado especificamente para aumentar a tração e o atrito. O DOT (Departamento de Transporte dos EUA) diz  que a “Solar Roadway” ainda precisa passar por vários testes antes de ser aprovada.

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Terremotos: Tecnologia usada para deixar edificações mais resistentes.

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Caso não recorrente no Brasil, mas que preocupa muitos outros países do mundo, os abalos sísmicos, mais conhecidos como terremotos, causam destruição por onde passam. E o Japão, que é o país que mais sofre com isso, sempre tenta buscar alternativas para que esses abalos não afetem tanto as suas cidades e a sua população.

E uma dessas alternativas que os japoneses encontraram foi a construção de edifícios mais resistentes, que agem tornando estruturas rígidas corpos dinâmicos altamente resistentes.

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Ao se projetar uma edificação resistente a abalos sísmicos de alta magnitude, a preocupação se inicia na fundação do edifício. Nos alicerces de tais prédios são instalados amortecedores eletrônicos, que podem ser controlados à distância. Em prédios mais simples, utilizam-se amortecedores de molas similares à suspensão de veículos.

 

 

Além disso, faz-se uso de materiais especiais capazes de amortecer os impactos nas junções de lajes, vigas, pilares de concreto e estruturas de aço. Esses materiais ajudam a dissipar energia quando a estrutura se movimenta em direções opostas, fazendo com que a estrutura não entre em colapso.

Uma das partes mais importantes dos prédios resistentes a fortes terremotos é um pêndulo enorme instalado na parte mais alta da edificação. O pêndulo funciona como um sistema de contrapeso inercial: uma bola suspensa pesada o bastante para movimentar o prédio no sentido contrário às vibrações ocasionadas pelo terremoto atenua o movimento e deixa a estrutura relativamente estável.

Embora a tecnologia já desenvolvida aplicada a prédios em regiões com alto índice de tremores de terra seja capaz de resistir a abalos de alta magnitude, estudos continuam sendo desenvolvidos em algumas universidades do mundo para que a técnica seja aprimorada e se consiga estruturas ainda mais resistentes.

 

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BIM: Usos e benefícios para a Construção Civil

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Esta ferramenta muito utilizada no Mundo e em recente uso no Brasil, representa uma nova geração de ferramentas CAD inteligentes que gerenciam a informação da construção no ciclo de vida do projeto. O Building Information Modeling foi criada para reduzir erros e aumentar a troca de informações entre todos os envolvidos no projeto, fazendo com que a confiabilidade das informações geradas no processo sejam maiores.

O uso do BIM pode acelerar o processo da obra, além de ajudar na manutenção do orçamento,  permitindo assim a exploração de mais alternativas sem sobrecarregar a atividade de orçamento. Resumindo: Com ferramentas BIM, ao modificar o projeto em 3D, da mesma forma que todos os desenhos de documentação (plantas, cortes e detalhes) são automaticamente atualizados, os quantitativos também são instantaneamente recalculados. Isso permite que a análise de custos se estenda por todas as fases do empreendimento, apoiando o processo de decisão.

Aqui no Brasil ainda existe uma certa dificuldade para a implementação desta ferramenta, um deles é a falta de padrões de classificação que é bem diferente da utilizada nos EUA, por exemplo. Outro problema é a necessidade de maior desenvolvimento e melhorias de processos e padronizações dentro dos empreendimentos que estabeleçam qual o nível de detalhe para a modelagem que deve ser adotado em cada fase do projeto.

Outras dificuldades percebidas no nosso mercado é a falta de um profissional especializado para gerenciar melhor a ferramenta, o chamado Gerente BIM (BIM Manager), que é o responsável pela organização.

Mesmo com alguns obstáculos a serem enfrentados, o BIM está sendo introduzido ao nosso mercado aos poucos. Por suas muitas vantagens potenciais, tem atraído cada vez mais a atenção dos profissionais de AEC [arquitetura, engenharia e construção] no mundo todo e também no Brasil. À parte de alguns esforços organizados de associações profissionais, o que se vê são iniciativas individuais de escritórios de projetos, grandes incorporadoras e construtoras no sentido de experimentar essa tecnologia no Brasil, procurando utilizá-la em projetos-piloto.

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