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Mais aplicativos de celular que auxiliam o Engenheiro Civil

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Já foi tema do blog anteriormente, e hoje trouxemos mais aplicativos para auxiliar no trabalho do Engenheiro Civil.  Com a tecnologia mobile muito em alta, é importante usá-la como aliada no canteiro de obra para melhorar ainda mais o seu trabalho. Confira aqui mais quatro aplicativos disponíveis para smartphones:

 

  • Engineering Libraries

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É um aplicativo gratuito que ajuda os engenheiros civis e profissionais das indústrias da construção civil, com informações sobre diversos materiais como aço, madeira, concreto, solo, etc. Disponível apenas para Android.

 

  • GraphPadPro

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Aplicativo voltado ao desenho de engenharia. Ele permite que os usuários criem rapidamente projetos em escala. Um engenheiro pode esboçar um desenho e o aplicativo ajusta automaticamente as linhas e os pontos para trabalhar. Permite adicionar círculos, arcos e dimensões. Também indica a escala do desenho para refletir as dimensões reais do projeto.

 

  • Home Design 3D

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Um aplicativo muito útil quando você estiver em uma visita no cliente e necessitar fazer um esboço do projeto, acomodação dos espaços e recintos. Ele possui muitos materiais e objetos totalmente em 3D, facilitando muito o trabalho.

 

  • Engineering Unit Converter

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Como existem vários sistemas de unidades no todo o mundo, os engenheiros se deparam com situações que eles têm de converter essas unidades. Executar essa tarefa manualmente para um engenheiro é muito fácil, mas é monótona e cansativa, por isso esse aplicativo é perfeito.

 

 

 

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Qual a melhor hora de alugar uma máquina para a sua obra?

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Semana passada começamos a falar sobre as vantagens de quem aluga equipamentos  da construção civil, e que, para quem mora em Fortaleza, a EQmix é o seu lugar certo, pois além de ter vários produtos de alta qualidade no mercado, ainda possui assistência técnica autorizada para qualquer eventual que ocorrer.

Hoje, trataremos de dois pontos em especial, mostrando qual a melhor hora para alugar os equipamentos, e porque ele é realmente vantajoso para a sua construção.

Para quem já tem costume de alugar, sabe bem o quanto é economizado na hora de construir, e como esse dinheiro pode ser revertido para melhorar ainda mais outros ramos da obra. A lista de benefícios da locação é extensa e faz das locadoras parceiras estratégicas para alcançar uma maior eficiência nas obras.

A escolha pelo aluguel pode e deve ser determinada no planejamento de cada fase da obra, pois cada uma dessas etapas demandam diferentes grupos de equipamentos.

Por isso, o aluguel de máquinas para construção deve ser levado em conta sempre que:

  • Existirem maquinários próprios ineficientes ou com defeitos.
  • Quando, por algum motivo, o número de funcionários diminuírem drasticamente.
  • Quando o rendimento dos funcionários não atinge o nível esperado.
  • Quando existe a necessidade de usar vários tipos diferentes de máquinas.

 

Pensando dessa forma, você consegue uma rapidez e qualidade na sua obra, além de conseguir economizar, ponto mais influenciado pelo aluguel de equipamentos. Engana-se o administrador que imagina a locação como fator que encarece uma obra.

O aluguel de máquinas é um fator estratégico para a gestão do custo. Ele permite ao gestor:

  • Arcar apenas com os custos do que será efetivamente utilizado.
  • Não se preocupar em ter de arcar com manutenções.
  • Não se preocupar com a amortização do equipamento.
  • Não arcar com a despesa de ter pessoal ocioso por falta de máquinas disponíveis.
  • Focar o capital da empresa ao invés de imobiliza-lo em maquinário.

 

E falando em manutenção, um fator que faz muita diferença, principalmente aqui na EQmix, é que os equipamentos alugados passam por frequentes manutenções preventivas e corretivas. Isso confere maior confiabilidade ao uso, evitando acidentes desnecessários.

 

 

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Drywall: Paredes sustentáveis e inovadoras

 

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Quando pensamos em paredes, imaginamos uma estrutura robusta, rígida, forte, feita por blocos ou tijolos assentados com argamassa, que é conhecido como alvenaria. Essa técnica é bastante tradicional, entretanto, outras tecnologias inovadoras estão sendo empregadas nos novos empreendimentos imobiliários, e uma delas são as paredes de Drywall. A tradução do termo significa “paredes secas”,  sendo uma ideia principal do sistema industrializado de paredes internas, formado basicamente por um perfil metálico galvanizado, isolamento e placas de gesso acartonado, que vem facilitando o processo da construção civil por ser fácil, rápido, limpo e econômico.

Quando comparado à alvenaria, o sistema é menos resistente, porém atende aos quesitos de desempenho quanto a peso, impacto, resistência a fogo e a isolamento acústico normatizado pela agência brasileira de normas técnicas (ABNT). Além disso, o material suporta tranquilamente tremores, vibrações, chutes, batidas de portas, choques com móveis, entre outros. Os fabricantes, geralmente oferecem em média garantia de cinco anos do produto, sendo que a vida útil pode ser prolongada se não houver contato direto com a água.

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Existem três tipos de Drywall, que se diferenciam pela cor do cartão na parte interna, visto que a parte externa deve estar virada para o lado do acabamento final. O verde é composto por silicone e aditivos fungicidas misturados ao gesso, permitindo a instalação em áreas úmidas como banheiros, cozinhas, etc; o rosa é mais resistente ao fogo, por isso pode ser aplicado próximo a fontes de calor como fogões; e o branco é o básico, usado em ambientes secos.

A instalação é rápida e feita por poucos profissionais, e em um dia, dois profissionais conseguem erguer aproximadamente 30 metros quadrados de paredes. Para serem instaladas, primeiro colocam-se as guias metálicas no piso e no teto que sustentarão os perfis de aço galvanizado. O segundo passo é o tratamento das juntas com massas e fitas específicas, a fim de reforçar o ponto e deixá-lo mais lisas. E, por fim, o acabamento, que pode ser feito com pintura, cerâmica, madeira, etc.

O custo varia dependendo do tamanho e da dificuldade do projeto, variando entre R$ 55,00 a R$ 130,00 o m². Outro ponto, é que o projeto pode ser orçado com exatidão, evitando perdas e sujeira. A menor espessura do material garante um espaço mais amplo e a facilidade de reformas, todo conforto e sua praticidade podem ser atrativos para um cliente em uma possível compra.

O conforto acústico e térmico já é proporcionado pelo sistema por si só, pois em seu interior há uma bolsa de ar, contudo pode ser aperfeiçoado pelo preenchimento com os forros especiais que alcançam altos índices de proteção acústica através da lã mineral, também existem forros que contribuem com uma maior retenção de odores.

 

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Plastic Road: Uma alternativa sustentável para rodovias.

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Por que não usar plástico reciclado como uma alternativa para a construção de vias?  Pode até não ser uma alternativa viável para você neste exato momento, mas uma construtora holandesa quer colocar isto em prática. A Volker Wessels tem planos de utilizar o material em um projeto piloto na cidade de Roterdã. Enquanto a ideia ainda está num estágio conceitual, a empresa garante que suas estradas de plástico podem ser postas em prática dentro de três anos.

O Projeto denominado Plastic Road, que no português significa “estrada de plástico”, usa apenas materiais reciclados para a produção da estrada, que podem ser pré-fabricadas. Além disso, sua construção também seria muito mais rápida, podendo durar semanas em vez de meses para ser concluído.

E se você pensava que este tipo de obra só poderia ser realizado em países com clima frio, a construtora afirma que o material resiste a temperaturas superiores a 80°C!

Pra quem não vê muita vantagem neste tipo de construção, que hoje ainda podemos chamar de alternativa, ela se utiliza de um material que causaria um impacto ambiental muito inferior, pode ter maior durabilidade, exigiria menos manutenção , além de resistir à temperaturas elevadas.

 

A superfície de plástico reciclado pode ser construída fora do local e, em seguida, entregue aonde quer que seja necessário – o que significa menos tempo de transtorno em estradas, e menor impacto sobre o meio ambiente, em termos de transporte de matérias-primas . Ainda, a área abaixo da linha da superfície poderia ser desenvolvida para oferecer uma condução ultrasilenciosa ou até mesmo aquecimento integrado (neste caso, bastante útil para regiões com tempestade de neve).

Essa inovação mostra como podemos nos adaptar, com saídas sustentáveis, e conseguir agredir menos o nosso meio ambiente, com soluções que podem ser bem melhores das quais utilizamos hoje.

 

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Materiais de acabamento e comida encarecem construção civil

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Construção Civil: mesmo com queda em fevereiro, mão de obra encarece 7,73% no último ano

São Paulo – O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) variou 0,5% em fevereiro, abaixo do resultado de janeiro (0,7%). Nos últimos 12 meses, o índice acumula alta de 6,8%. Em um ano, a mão de obra ficou 7,73% mais cara e os materiais, equipamentos e serviços, 5,8%.

FGV mostra que custo com alimentação foi uma das principais causas no aumento dos preços na construção civil.

O cálculo, feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), mostra que em fevereiro aumentou a intensidade de alta no custo dos materiais, equipamentos e serviços (de 0,62% para 0,77%).

Essa elevação foi puxada, principalmente, pelos itens de acabamento com um avanço de 1,24% ante 0,8% registrado em janeiro. Em serviços, a pressão coube aos custos com as refeições que, na média, aumentaram 1,51%, acima da variação de janeiro (0,18%).

Já em relação à mão de obra , houve alta de 0,26%. Essa variação é inferior a de janeiro (0,77%). O resultado reflete o reajuste salarial da construção civil em Belo Horizonte e as antecipações dos reajustes salariais em Porto Alegre e Salvador.

A pesquisa indica que em cinco das sete capitais onde é feito o levantamento houve aumento no INCC-M. Em Salvador, o custo variou de 0,35% para 0,69%; em Brasília, de 0,23% para 0,26%; no Rio de Janeiro, de 0,39% para 0,41%; em Porto Alegre, de 0,53% para 1,15% e em São Paulo, de 0,3% para 0,43%.

Nas demais, as altas foram inferiores às do mês passado: Belo Horizonte (de 3,62% para 0,42%) e no Recife (de 0,34% para 0,3%).

O INCC-M é um dos componentes do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), utilizado no reajuste de contratos de aluguel, por exemplo. O resultado de fevereiro refere-se à coleta de preços entre os dias 21 de janeiro e 20 de fevereiro.

Fonte: exame.abril.com.br

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