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Drywall: Paredes sustentáveis e inovadoras

 

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Quando pensamos em paredes, imaginamos uma estrutura robusta, rígida, forte, feita por blocos ou tijolos assentados com argamassa, que é conhecido como alvenaria. Essa técnica é bastante tradicional, entretanto, outras tecnologias inovadoras estão sendo empregadas nos novos empreendimentos imobiliários, e uma delas são as paredes de Drywall. A tradução do termo significa “paredes secas”,  sendo uma ideia principal do sistema industrializado de paredes internas, formado basicamente por um perfil metálico galvanizado, isolamento e placas de gesso acartonado, que vem facilitando o processo da construção civil por ser fácil, rápido, limpo e econômico.

Quando comparado à alvenaria, o sistema é menos resistente, porém atende aos quesitos de desempenho quanto a peso, impacto, resistência a fogo e a isolamento acústico normatizado pela agência brasileira de normas técnicas (ABNT). Além disso, o material suporta tranquilamente tremores, vibrações, chutes, batidas de portas, choques com móveis, entre outros. Os fabricantes, geralmente oferecem em média garantia de cinco anos do produto, sendo que a vida útil pode ser prolongada se não houver contato direto com a água.

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Existem três tipos de Drywall, que se diferenciam pela cor do cartão na parte interna, visto que a parte externa deve estar virada para o lado do acabamento final. O verde é composto por silicone e aditivos fungicidas misturados ao gesso, permitindo a instalação em áreas úmidas como banheiros, cozinhas, etc; o rosa é mais resistente ao fogo, por isso pode ser aplicado próximo a fontes de calor como fogões; e o branco é o básico, usado em ambientes secos.

A instalação é rápida e feita por poucos profissionais, e em um dia, dois profissionais conseguem erguer aproximadamente 30 metros quadrados de paredes. Para serem instaladas, primeiro colocam-se as guias metálicas no piso e no teto que sustentarão os perfis de aço galvanizado. O segundo passo é o tratamento das juntas com massas e fitas específicas, a fim de reforçar o ponto e deixá-lo mais lisas. E, por fim, o acabamento, que pode ser feito com pintura, cerâmica, madeira, etc.

O custo varia dependendo do tamanho e da dificuldade do projeto, variando entre R$ 55,00 a R$ 130,00 o m². Outro ponto, é que o projeto pode ser orçado com exatidão, evitando perdas e sujeira. A menor espessura do material garante um espaço mais amplo e a facilidade de reformas, todo conforto e sua praticidade podem ser atrativos para um cliente em uma possível compra.

O conforto acústico e térmico já é proporcionado pelo sistema por si só, pois em seu interior há uma bolsa de ar, contudo pode ser aperfeiçoado pelo preenchimento com os forros especiais que alcançam altos índices de proteção acústica através da lã mineral, também existem forros que contribuem com uma maior retenção de odores.

 

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Impressora 3D: Grande aliada da construção civil

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Nos últimos anos a impressão 3D explodiu como uma tendência nos EUA e na Europa, sendo sido utilizada por vários ramos da indústria para construir tudo o que se possa imaginar, desde próteses humanas até chocolates . A tecnologia é utilizada em diversos ramos de produção, para a construção de materiais, como em joalheria, calçado, design de produto, arquitetura, automotivo, aeroespacial e indústrias de desenvolvimento médico.

Com o aumento do uso dessa impressora, a construção civil também não ficou parada. Hoje já existem métodos de construção de casas, e até edifícios, inteiramente baseados em peças confeccionadas com impressoras 3D.

A impressão 3D, também conhecida como prototipagem rápida, tem três principais vantagens ambientais: em primeiro lugar, há pouco desperdício, já que só utilizado o material necessário. Outro ponto é que a mesma máquina pode construir muitas coisas diferentes. Por fim, as impressoras criam produtos a partir de arquivos digitais de design que são fáceis de transmitir por via eletrônica. Ou seja, peças e produtos podem ser impressos exatamente no local de venda, reduzindo a necessidade de transporte.

Um exemplo para a construção civil é o Contour Crafting: um processo de construção que utiliza um dispositivo semelhante à uma impressora 3D, e que permite construir paredes, lajes, pilares e outros elementos para a construção de edifícios. Criada pelo professor Behrokh Khoshnevis, da Universidade da Califórnia do Sul, a tecnologia baseia-se na fabricação por camadas, na qual um mecanismo extrusor de injeção, movido por um sistema de posicionamento robótico controlado por computador, aplica argamassa em sucessão, de acordo com a geometria do projeto a executar.

O ritmo de aplicação dos materiais leva em conta o tempo de secagem, a trabalhidade do material, entre outros. Além disso, graças aos múltiplos reservatórios e condutas de injeção, o sistema permite a alternância entre materiais, sem a necessidade de parar o processo para troca ou lavagem do injetor.

Também é vantagem pela capacidade do sistema de adicionar elementos como armaduras de aço, pavimentos e azulejos, bem como a instalação das condutas de redes de água, energia e comunicações e a capacidade de realizar a pintura automática final da estrutura.

Com isso, vê-se que o Contour Crafting é uma tecnologia bem completa, assim como outras que já existem por aí, a partir da impressora 3D para a construção civil. Isso mostra que, no futuro, a área da construção pode tender cada vez mais a essa “nova” tecnologia.

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