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Softwares: Os melhores programas de computador para a construção civil

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Já falamos sobre aplicativos para smartphone que auxiliam o trabalho do engenheiro na construção civil. Hoje vamos falar dos softwares mais utilizados no computador. Os programas desenvolvidos, e aperfeiçoados com o tempo, servem como instrumentos eficientes na otimização do trabalho no que diz respeito à qualidade e praticidade.

O desenvolvimento de novos softwares e o aperfeiçoamento dos já vem trazendo ainda mais benefícios para quem trabalha na construção civil e, por isso, trouxemos alguns para voc~e conhecer:

AutoCAD

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O AutoCAD é um software do tipo CAD (desenho assistido por computador) produzido pela Autodesk. Criado em 1982, foi o primeiro do gênero a ser executado em computadores domésticos o que veio a ser um fator chave para a sua grande popularização. Utilizado para a elaboração de desenho técnico em duas dimensões e para a criação de modelos tridimensionais, o software vem disponibilizando também, em suas versões mais recentes, vários recursos para a visualização em diversos formatos.

Atualmente, desponta como um dos softwares mais utilizados por profissionais de diferentes áreas com dezenas de ramificações totalmente independentes

Excel

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O Excel é um programa de planilha eletrônica muito conhecido, e desenvolvido pela Microsoft para Windows, que pode ser utilizado para calcular, armazenar e trabalhar com lista de dados, criar relatórios e gráficos, sendo recomendado para planejamentos, previsões, análises estatísticas e financeiras, simulações e manipulação numérica em geral.

Por ser um programa escrito para Windows, tem acesso a todas as funções que o ambiente proporciona, como por exemplo, a troca de dados entre aplicativos (Word, PowerPoint, etc). É, com grande vantagem, um aplicativo de planilha eletrônica dominante, disponível para essa plataforma desde a versão 5 em 1993.

Ftool

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O FTOOL, idealizado pelo professor Luiz Fernando Martha, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), e desenvolvido, inicialmente, em 1991, é um programa de domínio público destinado ao ensino do comportamento de estruturas e ao cálculo estrutural de pórticos planos, treliças, vigas, entre inúmeras outras estruturas da Engenharia Civil. Do seu objetivo básico decorre a necessidade do FTOOL ser uma ferramenta simples, unindo em uma única interface recursos para uma eficiente criação e manipulação do modelo (pré-processamento) aliado a uma análise rápida e transparente da estrutura e a uma visualização de resultados rápida e efetiva (pós-processamento).

 

MATLAB


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MATLAB (Matrix Laboratory) é um software interativo de alto desempenho, voltado para o cálculo numérico. O software foi criado no fim dos anos 1970 por Cleve Moler e integra análise numérica, cálculo com matrizes, processamento de sinais e construção de gráficos em ambiente fácil de usar onde problemas e soluções são expressos somente como eles são escritos matematicamente, ao contrário da programação tradicional.

O MATLAB é um sistema interativo cujo elemento básico de informação é uma matriz que não requer dimensionamento. Esse sistema permite a resolução de muitos problemas numéricos em apenas uma fração do tempo que se gastaria para escrever um programa semelhante em linguagem C/C++. Além disso, as soluções dos problemas são expressas quase exatamente como elas são escritas matematicamente.

 

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Hadrian: O robô capaz de instalar mais de mil tijolos por hora!

 

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Alguns dizem que um dia os robôs irão dominar várias áreas, inclusive o da construção civil. Então, será que a mais recente criação da companhia australiana Fastbrick Robotics seria o primeiro passo para este futuro?

A criação desses australianos foi chamada de Hadrian, um robô “pedreiro”,  batizado em referência ao imperador romano Adriano (responsável, entre outras grandes obras, pela reconstrução do Panteão de Roma), o robô ainda não passa de um protótipo, mas já é capaz de assentar mil tijolos por hora.

A companhia afirma que Hadrian consegue ser até 20 vezes mais rápido que um humano na realização da mesma tarefa. Com isso, estima-se que os muros de uma casa médias podem ser erguidas em dois dias.

Além disso, ele também pode transportar, rotacionar e cortar tijolos de variados tamanhos com grande precisão. O robô está sendo preparado até mesmo para preparar espaço para passagem de canos de água e dutos de eletricidade.

Como qualquer tecnologia que se propõe a substituir trabalho humano, o projeto também traz questionamentos sobre risco de desemprego. A Fastbrick acredita, no entanto, que o robô não vai tirar vagas de trabalho do mercado, pelo menos não de modo expressivo.

A Fastbrick já investiu 7 milhões de dólares australianos no projeto. A companhia espera lançar a primeira versão comercial do Hadrian em 2016, embora não tenha dado estimativa de preço.

 

Confira um pouco mais sobre esta invenção neste vídeo:

 

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Solar Roadways: A estrada do futuro

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Uma ideia que pode ser simples e muito benéfica para o nosso planeta foi pensada por um casal de estadounidenses. Eles imaginaram como seria se todas as rodovias, estacionamentos, calçadas, ciclovias e parques infantis pudessem ser recobertos por placas fotovoltaicas que transformassem o calor do sol em energia elétrica. E, com certeza, a quantidade de energia limpa gerada seria muito maior.

Denominada de Solar Roadways (rodovias solares), consiste em  uma estrada  que é construída no lugar do asfalto utilizando painéis solares. Eles vão gerar energia, que por sua vez alimentará a rede elétrica. Desse modo, o combustível é conservado duas vezes: os carros elétricos seriam alimentados com a energia produzida pelos painéis e os painéis substituiriam o uso do asfalto, cuja produção exige petróleo.

Além disso, as rodovias seriam aquecidas e equipadas com telas LED integradas, que atuam não só como marcadores rodoviários, mas podem exibir os alertas diretamente na estrada.

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A composição de um painel é sempre a mesma e consiste de três partes: por cima uma camada translúcida e resistente composta por painéis solares, luzes de LED e aquecedores. Abaixo vem uma camada de controle, onde um microprocessador aciona as luzes e se comunica com os painéis da estrada. Finalmente na base há uma placa que garante que a corrente elétrica coletada seja distribuída para residências e postos que carregam carros elétricos. Além disso, há espaço para outros cabos, como de TV ou de linhas telefônicas.

Porém, a maior dúvida para a eficácia do projeto ainda é a segurança. Dirigir ou andar sobre a película de vidro é completamente diferente do que no asfalto, que é projetado especificamente para aumentar a tração e o atrito. O DOT (Departamento de Transporte dos EUA) diz  que a “Solar Roadway” ainda precisa passar por vários testes antes de ser aprovada.

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Terremotos: Tecnologia usada para deixar edificações mais resistentes.

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Caso não recorrente no Brasil, mas que preocupa muitos outros países do mundo, os abalos sísmicos, mais conhecidos como terremotos, causam destruição por onde passam. E o Japão, que é o país que mais sofre com isso, sempre tenta buscar alternativas para que esses abalos não afetem tanto as suas cidades e a sua população.

E uma dessas alternativas que os japoneses encontraram foi a construção de edifícios mais resistentes, que agem tornando estruturas rígidas corpos dinâmicos altamente resistentes.

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Ao se projetar uma edificação resistente a abalos sísmicos de alta magnitude, a preocupação se inicia na fundação do edifício. Nos alicerces de tais prédios são instalados amortecedores eletrônicos, que podem ser controlados à distância. Em prédios mais simples, utilizam-se amortecedores de molas similares à suspensão de veículos.

 

 

Além disso, faz-se uso de materiais especiais capazes de amortecer os impactos nas junções de lajes, vigas, pilares de concreto e estruturas de aço. Esses materiais ajudam a dissipar energia quando a estrutura se movimenta em direções opostas, fazendo com que a estrutura não entre em colapso.

Uma das partes mais importantes dos prédios resistentes a fortes terremotos é um pêndulo enorme instalado na parte mais alta da edificação. O pêndulo funciona como um sistema de contrapeso inercial: uma bola suspensa pesada o bastante para movimentar o prédio no sentido contrário às vibrações ocasionadas pelo terremoto atenua o movimento e deixa a estrutura relativamente estável.

Embora a tecnologia já desenvolvida aplicada a prédios em regiões com alto índice de tremores de terra seja capaz de resistir a abalos de alta magnitude, estudos continuam sendo desenvolvidos em algumas universidades do mundo para que a técnica seja aprimorada e se consiga estruturas ainda mais resistentes.

 

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